Muitas vezes o que as pessoas da “caixinha” costumam falar das outras por ai, não passa de uma famosa dinâmica que chamamos de "telefone sem fio". Alguém imagina uma história, fala de início a uma pessoa, esta última passa para outra e assim sucessivamente. No fim, a história imaginada já está toda modificada e distorcida. Isso por que as pessoas não escutam algo direito, ou imagina, e têm a necessidade de passar adiante. Nós temos esse direito de sair por ai espalhando sobre as outras pessoas o que vimos, falaram ou imaginamos que seja verdade? Nessas horas seria bom se colocássemos em prática a nossa empatia. Nos colocarmos no lugar do outro é sempre o melhor caminho em varias atitudes do nosso dia a dia. As vezes escuto coisas do tipo "Ahhh! Falam de mim, por que não falar dos outros?", como desculpa para que a fofoca não acabe. Desculpinha esfarrapada, hem? (rsrs)
Era apenas um sapo, olhavam pra ele com receio e nojo. Ele gostava de caminhadas noturnas, horário o qual não há grande movimentação de pessoas... Em um desses passeios ele se encontrava angustiado, devido a rejeição vinda das pessoas. Nesta mesma noite ele se deparou com uma planta que ao vê-lo disse sorrindo. - Oi senhor sapo! O sapo acostumado na sua solidão verbal estranhou uma planta tão bela falar com ele. - Por que uma planta com tamanha beleza quer diálogo com um sapo tão feio e rejeitado? A planta não entendeu a tristeza do sapo, pois aquela noite tinha de tudo pra sorrir, ceu estrelado, sem muitas núvens e tempo de festas. - Senhor sapo, não fales assim! Como eu não iria falar com o ser que nos proteje de insetos que nos pertubam toda noite, ser o qual tem um papel fundamental numa cadeia alimentar, fazendo de tudo para manter o equlibrio, e isso é muito bom. Ele concordou com ela, mas não conseguia entender, e depois de alguns segundos de olh...
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