Um sentimento que não sei definir, apenas sinto e aceito, sinto mesmo antes das células de minha pele conhecer a luz e o choro adaptar a minha respiração no momento em que a magia da vida aconteceu e de uma se fez duas. Um sentimento que esteve sempre ao meu lado, nos momentos em que à noite eu tinha medo do barulho no telhado, quando da rua eu chegava com o joelho machucado e quando o pedaço maior do bolo era me dado. Um sentimento por dois multiplicado, fazendo também o papel daquele que não esteve ao meu lado, e ele sozinho tentando fazer de mim um homem, com moral, com respeito e educado. Um sentimento, se não fosse abstrato teria o formato de duas asas protetoras, a cor da pureza, o tamanho do universo e como uma rosa teria uma admirável beleza. Um sentimento com muita bondade e incondicional, capaz de ficar em segundo plano para ver a minha felicidade, e como todo sentimento exige um nome, esse o qual comento não seria diferente, não o chamo de amor por que o mesmo hoje é banalizado, eu chamarei simplesmente de MÃE!
Era apenas um sapo, olhavam pra ele com receio e nojo. Ele gostava de caminhadas noturnas, horário o qual não há grande movimentação de pessoas... Em um desses passeios ele se encontrava angustiado, devido a rejeição vinda das pessoas. Nesta mesma noite ele se deparou com uma planta que ao vê-lo disse sorrindo. - Oi senhor sapo! O sapo acostumado na sua solidão verbal estranhou uma planta tão bela falar com ele. - Por que uma planta com tamanha beleza quer diálogo com um sapo tão feio e rejeitado? A planta não entendeu a tristeza do sapo, pois aquela noite tinha de tudo pra sorrir, ceu estrelado, sem muitas núvens e tempo de festas. - Senhor sapo, não fales assim! Como eu não iria falar com o ser que nos proteje de insetos que nos pertubam toda noite, ser o qual tem um papel fundamental numa cadeia alimentar, fazendo de tudo para manter o equlibrio, e isso é muito bom. Ele concordou com ela, mas não conseguia entender, e depois de alguns segundos de olh...
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