Navegando por lugares distantes, o admirador de aves se encontrou no encanto do canto do sabiá. O admirador usa muito as emoções, se joga a tentações, mas se encontra inseguro, pois sente verdade no canto do sabiá somente enquanto o escuta, depois o silêncio te deixa confuso. E nessa confusão passa em sua mente em fugir desse encanto, mas não adianta, basta ele ouvir novamente o canto que volta a se encantar. Talvez o encanto só seja quebrado com o canto de outra ave que não somente cante num intervalo distante. Mas isso foge de suas vontades, pois na distância, o que mais ele sente é saudade, o que mais ele quer é ouvir o canto dessa ave, o sabiá.
Era apenas um sapo, olhavam pra ele com receio e nojo. Ele gostava de caminhadas noturnas, horário o qual não há grande movimentação de pessoas... Em um desses passeios ele se encontrava angustiado, devido a rejeição vinda das pessoas. Nesta mesma noite ele se deparou com uma planta que ao vê-lo disse sorrindo. - Oi senhor sapo! O sapo acostumado na sua solidão verbal estranhou uma planta tão bela falar com ele. - Por que uma planta com tamanha beleza quer diálogo com um sapo tão feio e rejeitado? A planta não entendeu a tristeza do sapo, pois aquela noite tinha de tudo pra sorrir, ceu estrelado, sem muitas núvens e tempo de festas. - Senhor sapo, não fales assim! Como eu não iria falar com o ser que nos proteje de insetos que nos pertubam toda noite, ser o qual tem um papel fundamental numa cadeia alimentar, fazendo de tudo para manter o equlibrio, e isso é muito bom. Ele concordou com ela, mas não conseguia entender, e depois de alguns segundos de olh...
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