Nunca devemos dizer que conhecemos uma pessoa. Só a conhecemos totalmente se soubéssemos o que ela pensa,e isso provavelmente é impossível. Portanto não devemos perder nosso tempo tentando desvendar pensamentos alheios, em vez disso, devemos observar os nossos, talvez isso nos faríamos menos inconvenientes. Se pararmos para pensar no tempo que passamos na janela de nossa casa enquanto a sujeira toma conta no seu interior, veremos que vivemos em pleno lixo. E quando estamos no lixo, existe no mínimo duas soluções: podemos retirá-lo ou deixá-lo, e continuarmos olhando pela janela, para casa de alguém, para vida de alguém.
Era apenas um sapo, olhavam pra ele com receio e nojo. Ele gostava de caminhadas noturnas, horário o qual não há grande movimentação de pessoas... Em um desses passeios ele se encontrava angustiado, devido a rejeição vinda das pessoas. Nesta mesma noite ele se deparou com uma planta que ao vê-lo disse sorrindo. - Oi senhor sapo! O sapo acostumado na sua solidão verbal estranhou uma planta tão bela falar com ele. - Por que uma planta com tamanha beleza quer diálogo com um sapo tão feio e rejeitado? A planta não entendeu a tristeza do sapo, pois aquela noite tinha de tudo pra sorrir, ceu estrelado, sem muitas núvens e tempo de festas. - Senhor sapo, não fales assim! Como eu não iria falar com o ser que nos proteje de insetos que nos pertubam toda noite, ser o qual tem um papel fundamental numa cadeia alimentar, fazendo de tudo para manter o equlibrio, e isso é muito bom. Ele concordou com ela, mas não conseguia entender, e depois de alguns segundos de olh...

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